Nepal em 120mm

Agora deixamos Katmandu e o entorno de Boudhanath Stupa, passamos por Bandipur e seguimos pelas estradas sinuosas que separam Katmandu de Pokhara, cidade quase balneário à beira do Lago Fewa e aos pés de Sarangkot, um pico baixo para os padrões dos Himalaias e do topo do qual se vê uma vasta extensão dessa formação rochosa que ocupa mais da metade do país e também o próprio lago, como quem olha uma piscina de cima. Apesar dos picos sempre gelados e nevados dos Himalaias, Pokhara tem uma temperatura amena, árvores verdes e ruas encharcadas de lama. Ali passei a maior parte de minha estadia no Nepal.

Série completa na coluna Gaveta Azul no site da Revista Philos.

Postais do teto do mundo

Em 2014, parti para uma viagem profunda e inesquecível de 6 seis semanas no Nepal. Durante as próximas semanas, vou publicar uma sequência de séries fotográficas dessa viagem ao teto do mundo. A maioria delas feita em formato 120mm, algumas em 35mm. Essa semana começo com a vida no entorno de Boudhanath Stupa, o templo budista mais importante do mundo fora do Tibete e principal destinação de budistas de todas as partes –dado que o acesso Lhasa é quase impossível. Além dos monges de várias idades e múltiplos mosteiros ali próximo e também dos milhares de fiéis que se movem como um cardume em torno do axis mundi de Boudha, ali, como em qualquer lugar, pulsa também uma vida cotidiana e ordinária. Tem feira, gente indo trabalhar, vacas, cachorros, crianças, lojas de bugingangas, malandros espertos esperando para extorquir algum turista inocente e o mercado que gira em torno da fé.

Série completa na coluna Gaveta Azul no site da Revista Philos.